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Um robô pode ter sentimentos? 11, outubro, 2010

Posted by Lawrence in Curiosidade, Imagens, Links, Vida.
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No universo literário de Isaac Asimov, os robôs começaram muito superficiais, e conforme os anos passam vão ficando mais realistas, complexos e carismáticos.

Os robôs imaginados por Asimov conseguiam aprender, mas não de forma geométrica. Assim, quando um autômato saía de fábrica, permanecia com a mesma “personalidade” até o fim da vida, digo, existência. Alguns conseguiam simular com perfeição as características emocionais humanas, mas só simular.

São pouquíssimos os robôs que começaram a ganhar algum tipo de humanidade e sentimentos. O primeiro robô que deu os primeiros sinais foi sumariamente executado, sem dó nem piedade, pelos seus criadores. Sendo assim, robôs com sentimentos, quando aparecem, são uma anomalia, um bug no sistema. E são tratados como tal.

A imagem abaixo representa bem essa “realidade” dos robôs de Asimov. Uma obra que mescla sentimento e emoção no mundo da robótica fria e calculista.

Pintura de David Ryan Lompe.

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