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Reed Richards, do Quarteto Fantástico, recomendando Fundação, de Isaac Asimov. 6, abril, 2016

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Feliz aniversário, Isaac Asimov 2, janeiro, 2016

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Em 2 de janeiro de 1991 Jim Davis, o criador de Garfield, publicou esta tirinha para celebrar o aniversário de Isaac Asimov.

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Transcrição:

“Esse blues pós-feriado está realmente me deixando pra baixo.”
Deve haver alguma coisa para celebrar.
FELIZ ANIVERSÁRIO, ISAAC ASIMOV!”

 

Conferência para o controle do tempo e espaço 19, fevereiro, 2012

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Prime Radiant 16, outubro, 2010

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No livro da Fundação existe uma tecnologia, uma estudo, chamado psico-história. Esse ramo da matemática criado por Hari Seldom, tem o objetivo de permitir que o futuro possa ser previsto por cálculos estatísticos. Funciona assim: joga-se as variáveis nas fórmulas e o resultado é o futuro previsto. As variáveis são os dados extraídos de todo o planeta, ou de vários planetas. Joga-se o estado atual e sai o estado previsto. Dependendo da quantidade de variáveis inputadas é possível prever até milhares de anos no futuro.

Para armazenar esse conhecimento, foi inventado um computador especial chama Prime Radiant. É um cristal que armazena toda a história do desenvolvimento dessa matemática.  Além disso ele consegue projetar holografias representando essa timeline. Cada fórmula, cada melhoria no estudo da psico-história pode ser visualizado usando o Prime Radiant.

A pintura abaixo é criação de rcmitchell92. Representa o Prime Radiant sendo utilizado para visualizar a história da psico-história.

Um robô pode ter sentimentos? 11, outubro, 2010

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No universo literário de Isaac Asimov, os robôs começaram muito superficiais, e conforme os anos passam vão ficando mais realistas, complexos e carismáticos.

Os robôs imaginados por Asimov conseguiam aprender, mas não de forma geométrica. Assim, quando um autômato saía de fábrica, permanecia com a mesma “personalidade” até o fim da vida, digo, existência. Alguns conseguiam simular com perfeição as características emocionais humanas, mas só simular.

São pouquíssimos os robôs que começaram a ganhar algum tipo de humanidade e sentimentos. O primeiro robô que deu os primeiros sinais foi sumariamente executado, sem dó nem piedade, pelos seus criadores. Sendo assim, robôs com sentimentos, quando aparecem, são uma anomalia, um bug no sistema. E são tratados como tal.

A imagem abaixo representa bem essa “realidade” dos robôs de Asimov. Uma obra que mescla sentimento e emoção no mundo da robótica fria e calculista.

Pintura de David Ryan Lompe.